ALUNOS SUPER DOTADOS GANHAM ATENÇÃO ESPECIAL NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO.
O canal visa informar pais e educadores sobre o tema ''Altas Habilidades e Superdotação".
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Especial Veja sobre altas habilidades
Descubra se seu filho é superdotado
O primeiro vídeo deste especial dá dicas para os pais descobrirem se os filhos têm ou não altas habilidades.
Estímulo ao superdotado
Saiba como a criança superdotada pode ser estimulada e o que pode
acontecer se ela não receber a atenção correta no segundo vídeo do
Especial Superdotados.
Desafio de ser superdotado
Saiba no terceiro vídeo do Especial Superdotados, quais são os desafios
de ser alto habilidoso, por meio da história de dois adultos com
inteligência acima da média.
Estimule a memória e o cérebro
Para quem não faz parte da estatística de pessoas superdotadas, existem
algumas maneiras de estimular a memória e aumentar o rendimento
cerebral. Acompanhe, no último vídeo do Especial.
Crianças Superdotadas: como identificar e lidar com elas
O que é a superdotação?
A superdotação é um fenômeno que se caracteriza por uma elevada capacidade mental e um nível de performance significativamente superior à média. Nos Estados Unidos, o sistema educacional tem o objetivo de identificar estudantes, crianças, ou jovens que demonstram grandes habilidades na área intelectual, criativa, artística, capacidade de liderança ou em determinadas áreas acadêmicas específicas, e que precisam de serviços e atividades normalmente não fornecidos pela escola, a fim de desenvolver plenamente essas habilidades. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que entre 3,5% a 5% da população brasileira seja composta de superdotados.
Como é medido o grau de superdotação?
O grau das capacidades mentais pode ser medido através de uma escala padronizada de Q.I. (Quociente de Inteligência), e nos indivíduos superdotados o Q.I. é superior à 130, sendo que a média para a população geral é 100 a 110. Entretanto, a caracterização de um indivíduo superdotado vai muito além do QI, um número atribuído por um sistema padronizado, e deve envolver a análise aprofundada da personalidade e das habilidades da criança.
Seria possível ensinar uma criança até se tornar superdotada?
Diferentemente de uma habilidade, que pode ser adquirida através do aprendizado, a superdotação é entendida como um talento, uma aptidão inata; ou seja, o indivíduo nasce superdotado, e necessitará de um ambiente que lhe ofereça condições para exercer essas capacidades de forma adequada. Estes indivíduos, além das elevadas capacidades intelectuais, criativas ou artísticas tem forte espírito de liderança, e frequentemente se destacam numa determinada área acadêmica. Sabe-se que se trata de um fenômeno com marcadores genéticos, porém a vivência num ambiente com melhores recursos e estímulos promovem um desenvolvimento cada vez maior das capacidades mentais do superdotado.
Os superdotados são bons em tudo que fazem?
Os superdotados não precisam ser bons em todas as áreas. A superdotação pode ser geral ou específica para alguma área do conhecimento. Por exemplo, uma pessoa pode apresentar uma capacidade extraordinária em matemática ou na música, porém na área linguística, suas competências não serem igualmente superiores.
Quais são as principais características das pessoas superdotadas?
Embora não exista um padrão comportamental homogêneo entre os indivíduos superdotados, há um conjunto de características que podem servir como indicativos na avaliação da superdotação. Vale ressaltar que os superdotados podem apresentar diversas dessas características, mas não necessariamente todas elas. Os traços observados são os seguintes:
- Desenvolvimento neuropsicomotor precoce: a criança engatinha, anda e fala mais cedo do que o esperado, com vocabulário avançado para a idade;
- Habilidade superior para manutenção da atenção;
- Ótima capacidade de memória com elevada e rápida capacidade de aprendizagem;
- Persistência e motivação para a resolução de problemas;
- Aquisição precoce da leitura;
- Habilidade acima da média com números e aritmética;
- Curiosidade incomum, desejo de aprender e capacidade de elaborar questionamentos de forma ilimitada;
- Interesses em áreas específicas, podendo tornar-se especialista no assunto;
- Criatividade;
- Sensibilidade elevada, podendo apresentar fortes reações em relação a parte sensorial (ruídos, odores, dores), e especialmente à frustração;
- Comportamento de liderança;
- Energia elevada, o que pode ser confundido com hiperatividade, especialmente quando não estimuladas adequadamente;
- Aguçada percepção de relações de causa e efeito;
- Facilidade para estabelecer generalizações, ou seja, transferir aprendizagens de uma situação para outra;
- Elevado senso crítico: rapidez em identificar contradições e inconsistências;
- Pensamento divergente: habilidade em encontrar diversas idéias e soluções para um mesmo problema;
- Tendência ao perfeccionismo.
Há diferenças no cérebro das pessoas superdotadas em comparação às pessoas com inteligência normal?
Uma pesquisa conduzida pelo National Institute of Mental Health, nos EUA, mostrou diferenças no desenvolvimento cerebral de crianças com Q.I. elevado, quando comparadas com crianças com inteligência normal. Esse estudo apontou, através do uso de Ressonância Magnética, que a córtex cerebral de crianças com Q.I. superior a 121, atingia sua espessura máxima mais tarde do que o esperado. Por exemplo, aos 12 anos de idade, ao invés de 8 a 9 anos, em média, e após atingir essa espessura, o processo de maturação do córtex ocorria numa velocidade muito mais rápida. Tendo em vista que o córtex cerebral é a estrutura responsável pelas funções mentais mais complexas, e a área cortical pré-frontal relacionada ao planejamento, organização e controle, os dados da pesquisa podem explicar a facilidade da criança em resolver problemas de grande complexidade.
O superdotado pode se deparar com algum tipo de dificuldade?
As crianças superdotadas podem eventualmente sofrer de problemas no ajustamento socioemocional. Uma vez que o desenvolvimento das capacidades mentais e intelectuais encontra-se muito acentuado, e incompatível com os pares da mesma idade, é comum que o superdotado tenha prejuízos na interação social, devido a dificuldade em compartilhar os mesmos interesses. Alguns acabam por se relacionar com crianças mais velhas ou adultos, ou até mesmo podem apresentar um grande apreço pela solidão. Se a criança superdotada não for auxiliada pela família ou até mesmo por um profissional para lidar de modo adequado com sua condição, esse desajuste socioemocional pode evoluir para problemas de personalidade ou até depressão e ou traços de agressividade.
Como lidar com um filho superdotado?
É no campo emocional que se encontram algumas das maiores demandas dessas crianças, e dessa forma, os pais devem auxiliá-las a ter um desenvolvimento psicológico mais saudável possível. A superdotação só oferece vantagens se os aspectos psicossociais se encontram ajustados.
Quais são as dicas para os pais?
- Oferecer um ambiente com recursos que estimulem continuamente as capacidades mentais da criança;
- Evitar a supervalorização e as expectativas quanto ao desempenho da criança; ela mesma, em geral, já é muito exigente, e os pais devem aceitar falhas e ajudar a criança a enfrentar dificuldades de qualquer ordem.
- Ajudar a criança a lidar com frustrações emocionais; apesar do superdotado não passar por dificuldades no aspecto acadêmico, o fracasso faz parte de outros contextos da vida, e prepará-lo para isso é favorecer seu desenvolvimento emocional saudável;
- Não se esquecer que, embora possua capacidades avançadas para sua idade o superdotado deve ser tratada de acordo com a sua faixa etária de desenvolvimento.
O que fazer se você suspeita que seu filho é superdotado?
Caso você perceba que seu filho está muito diferente dos amigos, e que sua capacidade de aprendizagem e habilidade mental são elevadas, leve-o para fazer uma avaliação específica com um psicólogo experiente neste assunto. Uma avaliação neuropsicológica poderá precisar se as potencialidades estão realmente acima da média de outras crianças.
A partir de que idade é possível avaliar?
A padronização dos testes de QI (Escala Weschler para crianças - WISC), com tabelas normativas existe a partir dos 6 anos completos. Antes desta idade é possível fazer uma avaliação qualitativa, mas para o cálculo do QI é necessário que a criança tenha 6 anos completos.
O que um psicólogo habilitado pode fazer para ajudar?
Um psicólogo treinado pode: a) detectar possíveis pessoas altamente habilidosas por meio de avaliações específicas; b) no caso de crianças, orientar suas famílias e professores; c) encaminhar crianças altamente habilidosas à escolas que possam suprir a necessidade de estimulação, enviando relatórios das avaliações feitas nas diferentes áreas; d) orientar, aconselhar e encaminhar superdotados, desafiando-os a se desenvolver psicologicamente de forma global.
Caso ainda tenha interesse de se aprofundar no assunto, veja abaixo alguns links interessantes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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SERÁ QUE SEU FILHO É SUPERDOTADO?
Geralmente, quando pensamos em superdotados, imaginamos aquele garoto “nerd” de óculos, estudioso ou aquele geniozinho cientista. Acontece que esses estereótipos nem sempre revelam um superdotado e, certamente, não abarcam a totalidade de perfis de pessoas superdotadas. Os Portadores de Altas Habilidades, como também podem ser chamados os superdotados, são curiosos, criativos e aprendem tarefas com facilidade. Muitas vezes, surpreendem os pais com habilidades precoces, vocabulário avançado em comparação com crianças da sua idade e raciocínios complexos.
Ser um superdotado, ou Portador de Alta Habilidade (PAH), significa situar-se acima da média das pessoas em relação a alguma habilidade relevante. As características pessoais dos superdotados variam muito, mas existem alguns traços comuns entre eles.
Confira algumas características de superdotados:
· Rapidez e facilidade para aprender, abstrair ou fazer associações;
· Criatividade;
· Capacidade para analisar e resolver problemas;
· Independência de pensamento;
· Habilidade excepcional para esportes, música, artes, dança, informática ou outros talentos;
· Curiosidade e senso crítico exagerados;
· Senso de humor;
· Investimento nas atividades de interesse e descuido com as demais;
· Bom relacionamento social e liderança;
· Aborrecimento com a rotina;
· Hipersensibilidade.
Problemas comuns:
Problemas comuns:
O que poucas pessoas sabem é que as crianças superdotadas nem sempre são bem-sucedidas. Se a inteligência privilegiada as ajuda a compreender mais facilmente problemas e situações, a falta de orientação pode atrapalhar o desenvolvimento psicológico e criar uma barreira para a inserção social. Pois, apesar da mente rápida, para o bom desenvolvimento emocional, essas crianças precisam das mesmas coisas que as outras (às vezes em maior quantidade): acolhimento, compreensão, sentimento de pertencer ao grupo (escola, família) e nem sempre isso ocorre pois, em primeiro lugar, elas são diferentes do grupo e percebem isso rapidamente; depois, a superdotação pode provocar desconforto nas pessoas (familiares, colegas, professores, etc.) que se relacionam com a criança, até mesmo sentimento de inferioridade, e isso pode prejudicar o relacionamento.
Muitos superdotados olham o mundo através de lentes de aumento e por serem diferentes da maioria, enfrentam dificuldades em se adaptar a um mundo que não foi feito para pessoas como eles. Outros, procuram diminuir a expressão do seu talento, procurando ficar mais parecidos com o grupo e isso pode acabar gerando apatia e desmotivação.
O resultado são adultos que desperdiçam potencial intelectual por dificuldade de se relacionar com o mundo exterior.
Alguns superdotados passam por dificuldades no relacionamento social. Muitas vezes procuram a companhia de pessoas mais velhas, na tentativa de encontrar parceiros com o mesmo nível intelectual ou o mesmo tipo de interesses. O medo de não ser aceito, especialmente na adolescência, pode levá-lo à ansiedade e a um maior envolvimento com atividades individuais.
Por outro lado, algumas crianças superdotadas precisam ficar sozinhas, talvez mais do que as outras crianças, para satisfazer seus interesses pessoais. Os pais precisam compreender e aceitar essa necessidade, desde que ela não se transforme num isolamento total.
A resistência em aceitar regras é normal entre os superdotados, pois muitas vezes eles não as consideram justas nem necessárias, ou não compreendem o seu objetivo. Os pais devem analisar os limites que estão impondo e explicar ao filho os motivos dessa conduta.
Outra dificuldade que a família costuma enfrentar é a falta de tolerância do superdotado. Ela deve ajudá-lo no processo de autoconhecimento, fazendo-o perceber que a convivência em sociedade exige esforço e compreensão de todas as pessoas.
A enorme curiosidade faz com que os PAHs procurem campos pouco explorados pelos outros, apresentando interesses exóticos. Isso pode acarretar dificuldades operacionais para a família. A solução é conversar com a criança ou adolescente e explicar quais são os limites de tempo, financeiros, por exemplo, que se apresentam. Como podem ser extremamente exigentes com seu desempenho, e igualmente criativos, talvez encontrem, junto com seus pais uma solução.
Os Portadores de Altas Habilidades podem ser classificados em diversos tipos, enquadrando-se em um ou mais de um, de acordo com o Ministério da Educação e da Cultura.
· intelectual: costuma ser flexível, independente e mostra fluência de pensamento, produção intelectual, julgamento crítico e habilidade para resolver problemas;
· social: revela capacidade de liderança, sensibilidade interpessoal, atitude cooperativa, sociabilidade expressiva, poder de persuasão;
· acadêmico: demonstra boa capacidade de produção, atenção, concentração, memória, interesse e motivação pelas tarefas acadêmicas;
· criativo: tem facilidade para encontrar soluções diferentes e inovadoras. Exprime-se bem, é fluente, original e flexível;
· psicomotricinestésico: destaca-se pela habilidade e interesse por atividades físicas e psicomotoras, agilidade, força e resistência, controle e coordenação motoras;
· especialmente talentoso: esse indivíduo tende a se destacar nas artes plásticas, musicais, literárias e dramáticas, revelando uma capacidade acima da média das pessoas em geral.
Conclusão:
Os pais precisam identificar, o quanto antes, a superdotação do filho e dar instrumentos para que ele possa colocar seu talento em prática. A observação da criança e a aplicação de testes de inteligência podem ser muito úteis. Um psicólogo pode ajudar e orientar os pais nesse processo.
Os pais de um superdotado precisam ser claros com seu filho, explicando que ele tem um talento especial, mas que não é melhor do que os outros. É importante ressaltar que no grupo social é a diversidade de talentos que traz a diversão e o desenvolvimento e que cada pessoa tem uma contribuição valiosa a dar.
Ele precisa ter a certeza de que seus pais o compreendem e de que poderá falar quando quiser sobre suas dificuldades. Dessa forma a família o ajudará a desenvolver uma boa autoestima.
Estimular a convivência com outras crianças, encontrando amigos capazes de desenvolver e compartilhar determinadas atividades e descobrindo os talentos complementares dos outros, também faz parte do papel dos pais.
Além disso, os pais precisam acompanhar seu filho na busca de materiais e informações que o ajudem a dar vazão à sua curiosidade. Se ele se gostar de ciência ou história, por exemplo, pais e professores deverão ajudá-lo a encontrar livros, sites e estudos interessantes sobre o assunto.
Mariana Milani - Psicóloga
Senado aprova criação de cadastro nacional de alunos superdotados
Por Marcos Chagas, da Agência Brasil
Projeto terá prazo de quatro anos
para o cumprimento das regras.
O Senado aprovou o projeto de lei que institui o cadastro nacional de alunos com altas habilidades ou superdotados. Agora, a matéria segue para a apreciação da Câmara dos Deputados.
Pelo texto analisado em caráter terminativo pelos senadores da Comissão de Educação, todo o procedimento previsto em casos de estudantes da rede pública superdotados será consolidado pela União em parceria com o Distrito Federal e os municípios. Dessa forma, os senadores acreditam que será possível incentivar a execução de políticas públicas a esses estudantes.
O projeto de lei prevê um prazo de quatro anos, a contar da data de publicação da lei no Diário Oficial da União, para o cumprimento das regras voltadas a esse segmento estudantil.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
MISSÃO POSSÍVEL
Transformar-se em alguém capaz de realizações notáveis é uma meta viável, mas que exige muito esforço. Frequentar ambientes criativos, bombardear a mente com novidades e pôr os neurônios para trabalhar fazem parte do processo.
Fonte: Revista Galileu
Mark Zuckerberg não teve uma infância muito diferente da de milhões de crianças norte-americanas. Nascido num subúrbio de Nova York em 14 de maio de 1984 e filho de um dentista e microempresário, passava boa parte dos seus dias entre videogames e navegações pela internet. Em vez de reprimi-lo ou pelo menos controlar o tempo que o garoto gastava na frente do computador, seu pai o incumbiu de criar um programa para gerenciar o negócio da família.
Antes de entrar na faculdade, Zuckerberg juntou-se ao amigo Adam D'Angelo para criar o tocador de mídia Synapse. Apesar de não ter feito um sucesso retumbante, o produto foi considerado genial pelas gigantes Microsoft e AOL, que ofereceram a Zuckerberg um posto em suas equipes de criação e desenvolvimento. A maioria de seus colegas daria um braço por essa oportunidade, mas ele não se deixou seduzir e foi cursar a Universidade Harvard. Ali, integrou uma comunidade de geeks chamada Alpha Epsilon Pi e, no seu quarto de estudante, criou uma rede de relacionamentos que seus companheiros de fraternidade juravam que jamais daria certo. Hoje o Facebook é o sexto site mais visitado da internet, e Zuckerberg, aos 24 anos, é considerado o mais jovem bilionário da História, segundo a revista "Forbes".
Um garoto dotado de um QI extraordinário? Um superdotado que recebeu um cérebro fora do comum? Pode até ser que sim, mas novos estudos mostram que, para atingir o nível de excelência que Zuckerberg transformou em realização, outros fatores são tão fundamentais quanto uma mente que brilha. No caso de Zuckerberg, o apoio paterno, o ambiente criativo de sua confraria na universidade e a disposição para pensar diferente de seus pares fizeram com que ele deixasse para trás seus colegas de ciência da computação de Harvard - faculdade que, aliás, nem concluiu, ocupado que está em administrar sua empresa, que vale pelo menos US$ 1,5 bilhão.
Para o psiquiatra norte-americano Gregory Berns, a disponibilidade de Zuckerberg para pensar diferente e contrariar o ceticismo dos seus colegas de Harvard foi a senha com a qual o criador do Facebook abriu a porta do sucesso no mundo dos negócios. Professor da Universidade de Emory (EUA), Berns é autor do recém-lançado "Iconoclast", livro ainda inédito no Brasil no qual procura decifrar por que apenas alguns de nós atingem tal grau de excelência. Segundo ele, a resposta está na atitude, consciente ou não, de entender a criação também como um ato de destruição. "Para inventar algo novo, é preciso derrubar modos convencionais de pensar", diz.
Fonte: Revista Galileu
Crianças mais inteligentes são mais propensas a usar drogas, diz estudo
Chances de usar substâncias ilícitas podem ser até 50% maior
Um novo estudo sugere que as crianças com QI mais alto podem ser mais propensas a usar substâncias ilegais – como maconha e cocaína - quando forem adultas. A pesquisa apontou ainda que a probabilidade é maior entre as mulheres. O estudo foi publicado no Journal of Epidemiology and Community Health.
Estudo aponta que homens que foram crianças mais inteligentes são mais propensos a experimentar drogas.//Crédtio: Getty Images
Os pesquisadores da Cardiff University e da University College London acompanharam cerca de 8.000 crianças ao longo de três décadas, registrando sua pontuação no teste de QI aos 5 e aos 10 anos. Quando adultos, os participantes foram questionados sobre o uso de substâncias como maconha, cocaína, anfetaminas, ectasy, LSD, cogumelos alucinógenos, crack e heroína.
Os participantes que tiveram QI mais alto na infância foram mais propensos a usar drogas ilícitas na idade entre 16 e 30 anos. Particularmente, as mulheres com pontuação alta de QI aos cinco anos eram duas vezes mais propensas a fumar maconha ou cocaína aos 30, do que mulheres com QI mais baixo.
Já entre os homens mais inteligentes, a chance de usarem anfetaminas foi 50% maior. Eles eram ainda 65% mais propensos a usar crack e tinham 57% mais probabilidade de usar duas ou mais substâncias ilegais quando chegaram aos 30 anos.
Já entre os homens mais inteligentes, a chance de usarem anfetaminas foi 50% maior. Eles eram ainda 65% mais propensos a usar crack e tinham 57% mais probabilidade de usar duas ou mais substâncias ilegais quando chegaram aos 30 anos.
Crianças com QI alto têm mais chances de usar substâncias ilícitas na fase adulta, aponta estudo.// Crédito: Getty Images
De acordo com o artigo, uma das explicações para o resultado é de que indivíduos com QI alto são mais abertos a novas experiências – o que drogas ilegais podem proporcionar.
Fonte: Revista Galileu
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