terça-feira, 1 de julho de 2014

Os QI mais altos de Hollywood

Veja quem são os atores de cinema que são inteligentes acima da média

Eles são bonitos, talentosos e inteligentes! Confira quais são os artistas de Hollywood, que além de fama e dinheiro, também possuem um QI (Quociente de Inteligência) acima da média!


Uma pessoa é considerada com inteligência acima da média, quando atinge uma pontuação de 110 a 120 no teste. Quando este número chega a 140, é classificado como inteligência muito acima da média. E, para os que possuem um QI maior de 140, podem ser considerados gênios.



Jodie Foster
Jodie Foster (Foto: .)


















Nicole Kidman
Nicole Kidman (Foto: .)


















Shakira
Shakira (Foto: .)


















Geena Davis
Geena Davis (Foto: .)


















Madonna
Madonna (Foto: .)


















Steve Martin
Steve Martin (Foto: .)


















Sylvester Stallone
Sylvester Stallone (Foto: .)


















Sharon Stone
Sharon Stone (Foto: .)


















Dolph Lundgren
Dolph (Foto: .)


















Quentin Tarantino
Quentin Tarantino  (Foto: .)


















James Woods
James Wood (Foto: .)


















Qual outro ator você acha que também é super-inteligente?

Fonte: What's On

Os maiores gênios do cinema

Eles conquistaram o público com sua inteligência

Um gênio é uma pessoa que possui uma inteligência muito maior do que uma pessoa comum. Mas este dom muitas vezes vem emparelhado com problemas, doenças mentais, falta de habilidades sociais e conflitos interiores.

Muitos filmes já retratam a vida destes indivíduos com suas habilidades singulares, seja para a Matemática, Ciência, arte ou música. Com isso em mente, relembramos dez filmes que retratam de forma brilhantemente as dificuldades de ser um gênio:

Maximillian Cohen (Pi)

Em seu primeiro longa, o diretor Darren Aronofsky construiu um thriller sobre o genial e paranóico matemático Max (Sean Gullette), um geek solitário que procurar padrões nas flutuações do mercado de ações. Ele acaba se envolvendo com agressivos corretores de Wall Street e religiosos procurando mensagens divinas codificadas dentro de grandes sequências de números.
 



Will Hunting (Gênio Indomável)

Will Hunting (Matt Damon) é um gênio que está feliz trabalhando como zelador e passa seu tempo resolvendo equações impossíveis.



Jackson Pollock (Pollock)
Ed Harris dirigiu, produziu e atuou na cinebiografia de um dos pintores mais icônicos de todos os tempos, o norte-americano Jackson Pollock.



Raymond Babbitt (Rain Man)
A interpretação do autista Raymond rendeu a Dustin Hoffman seu segundo Oscar de Melhor Ator. Para construir o personagem, Hoffman se inspirou na história real de Kim Peek, um dos autistas mais geniais do mundo. Ele era capaz de ler duas páginas de um livro em menos de dez segundos e reter 98% das informações.
 


Josh Waitzkin (Lances Inocentes)
O longa conta a história real de Joshua Waitzkin, um prodígio do xadrez. Ele começou a jogar quando tinha seis anos e seu dom logo foi descoberto. Antes mesmo de se formar na escola, ele colecionava inúmeros títulos individuais e em grupo.



Fred Tate (Mentes Que Brilham)

Em sua estreia como diretora, Jodie Foster contou a história de uma criança prodígio capaz de resolver equações complexas e tocar piano com maestria. Jodie, que também atua no filme, busca explorar o conflito entre desenvolver os dons naturais da criança e deixar que ela tenha uma infância normal.



John Nash (Uma Mente Brilhante)

John Nash é um grande matemático e vencedor do prêmio Nobel que aos 22 anos já tinha um doutorado pela Universidade de Princeton e dava aulas no MIT. O longa explora a forma como ele lida com sua genialidade e sua esquizofrenia, condição que o fez se aposentar da carreira de professor.
 


Wolfgang Amadeus Mozart (Amadeus)
A produção é inspirada na vida de um dos maiores compositores da história, Mozart, que aos cinco anos de idade já compunha peças para violino. O filme foi indicado a 53 prêmios, ganhando 40 deles, incluindo oito Oscars.



Jamal Wallace (Encontrando Forrester)
O cinema raramente mostra um personagem que excede as expectativas tanto nos esportes, quanto nos estudos, mas é está combinação que coloca Jamal (Rob Brown) nesta lista. Ele é um jogador de basquete, que após conhecer um escritor recluso descobre um talento para a literatura.



Chas, Margot e Richie Tenenbaum (Os Excêntricos Tenenbaums)
Todos os filmes desta lista mostram as lutas e os triunfos de um único gênio, mas Os Excêntricos Tenenbaums vai além e explora como seria uma excêntrica família com três crianças prodígios e o que acontece quando sua fama e genialidade desaparecem após a separação de seus pais.


Fonte: What's On

terça-feira, 27 de maio de 2014

Programa Mais Você - Rede Globo 2009


Claudia Hirszman, especialista em superdotação e psicóloga do IRS e Dalton Azini, ex-participante do IRS, são entrevistados por Ana Maria e contam um pouco do trabalho realizado pelo IRS, voltado para crianças e jovens com altas habilidades.




Materia TVE - Altas Habilidades Sapucaia



Matéria sobre a sala de recursos de altas habilidades de Sapucaia do Sul, exibida em 29/04/14.

OAB discute educação para pessoas com altas habilidades ou superdotação

Nesta quarta-feira (14), às 18h30, a OAB da Bahia promove uma reunião para tratar do tema "Educação para pessoas com altas habilidades/superdotação". O objetivo é apresentar o problema e discutir medidas a serem adotadas pelas instituições que representam a sociedade civil ou mantêm alguma relação com a educação, para colaborar com soluções para a questão. Os trabalhos serão conduzidos pelos conselheiros seccionais Waldir Santos, Marcos Sampaio e João Glicério.

De acordo com o conselheiro Waldir Santos, "a legislação que trata da educação especial menciona as pessoas com deficiência, transtorno global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades/superdotação, mas as últimas não são suficientemente atendidas em suas necessidades". Waldir ressalta que "em especial na rede pública, mas não somente nela, as aptidões diferenciadas não estão sendo aproveitadas e orientadas, em parte pela inexistência de mecanismos abrangentes que promovam a identificação das pessoas com tais características". Segundo o conselheiro, a literatura registra que a inadaptação de alguns alunos a conteúdo incapaz de desafiá-lo e motivá-lo ocasiona o seu desinteresse pela escola, do que resulta a perda de grandes talentos para o país. "Estes estudantes acabam incluídos na estatística de evasão", completa.

A reunião acontece na sede da OAB da Bahia, Rua Portão da Piedade, nº 16 (Antiga Praça Teixeira de Freitas), na Piedade.


Garoto prodígio de 11 anos cria desenhos desconcertantes

O artista sérvio Dušan Krtolica é amplamente considerado um prodígio por causa de sua habilidade em desenhar como um mestre com apenas 11 anos de idade. Seus desenhos em preto e branco altamente detalhados com caneta e lápis são simplesmente fantásticos. 

O aluno da quinta série supostamente começou a desenhar com 2 anos de idade. Demonstrando um dom excepcionalmente brilhante para a biologia e estímulos visuais, ele desenha principalmente animais de várias espécies, tanto vivos como extintos.


Confira!






























Fonte : http://www.blogblux.com.br/2014/05/garoto-prodigio-de-11-anos-cria.html

terça-feira, 15 de abril de 2014

Inclusão de alunos superdotados e com altas habilidades

INCLUSÃO NA ESCOLA

Entenda como o aluno pode ser incentivado a desenvolver cada vez mais o seu talento, sem deixar de se incluir na rotina escolar e na convivência com os colegas

05/09/2013 15:15
Texto Cynthia Costa
Educar
Foto: Maurício Melo
Foto: INCLUSÃO
Alunos superdotados precisam ser desafiados sempre


Incentivo é a palavra: para uma criança que adora aprender e ser desafiada, a escola tem de se preparar para estar sempre um passo à frente - o que é bom para ela, para a criança e para todos os seus colegas. Dois professores por turma e, principalmente, uma sala de recursos capacitada para desenvolver as mais diversas facilidades são possíveis ferramentas para acolher alunos com altas habilidades e superdotação.

Inclusão e diversidadeEspecial Inclusão e Diversidade 
Reportagens especiais sobre como promover a inclusão de crianças especiais nas escolas


"Para lidar com esses alunos, é preciso fundamentar-se teoricamente e focar em seu desenvolvimento humano", ressalta a professora de artes Maria Zuleide Vieira de Sousa, da Sala de Recursos - Talentos do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, de Brasília (DF), considerado modelo nesse campo por acolher alunos da própria escola, de outras instituições públicas e também de colégios particulares.
A formação dos professores de fato fica sob os holofotes diante de estudantes com altas habilidades. "O ideal é que a criança não sinta como se soubesse mais do que o professor", aponta o psicólogo Felipe de Souza, de Juiz de Fora (MG), que fez uma pesquisa sobre o assunto.

Com o auxílio desses profissionais e de materiais especializados do Ministério da Educação, o Educar aborda aqui aspectos importantes da inclusão escolar desses alunos. Veja a seguir.

1 - Diagnóstico
Para entender a superdotação e as altas habilidades, é preciso lembrar, em primeiro lugar, que crianças são muito inteligentes e curiosas. Elas só serão consideradas superdotadas quando apresentarem uma habilidade muito acima da esperada para a sua idade, ou mesmo um talento único para qualquer idade - pode ser um talento musical apurado, uma grande facilidade para desenho ou outras artes, uma raciocínio matemático extremamente rápido etc. Em geral, essa característica é notada pelos pais e pelos professores. O passo seguinte é encaminhar a criança a um psicólogo ou psicopedagogo, que, por meio de testes e de um acompanhamento contínuo por determinado período, fará ou não o diagnóstico de superdotação.

2 - Características gerais do superdotado
A criança ou o adolescente com superdotação ou altas habilidades possui, além de um talento e interesse marcante por uma determinada área, algumas ou muitas das seguintes características: habilidade para pensamentos abstratos e associativos; grande capacidade de transferir o aprendizado para situações reais; atitudes colaborativas; grande capacidade de articulação, síntese e análise de conceitos; tendência à inovação; tendência à liderança e à organização e estruturação de grupos; capacidade de observar fenômenos; capacidade de compreender outros pontos de vista; percepção geral apurada. Além disso, pode apresentar dificuldades como: intolerância e oposição ao meio; resistência a imposições e à autoridade; não aceitação da superficialidade, da falta de estrutura e da rotina; dificuldade com situações que considere enfadonhas.

3 - Meu filho/aluno é um gênio?
A ideia de gênio é um tanto mítica: em geral, ela é usada para definir pessoas que fizeram grandes bens à humanidade ou que, pelo menos, mudaram o curso da história. Em princípio, crianças que apresentam superdotação e altas habilidades não são gênios, e esse estigma pode não ser benéfico a elas. O ideal é considerá-las como indivíduos com facilidades e talentos específicos e, principalmente, com grande potencial. Se esse potencial for bem desenvolvido, ele pode, sim, trazer benefícios à sociedade - daí a importância de incentivar essas crianças com atenção e cuidado.

4 - Persepção do talento
Segundo o documento "Saberes e Práticas da Inclusão - Desenvolvendo Competências Para o Atendimento Às Necessidades Educacionais Especiais de Alunos com Altas Habilidades / Superdotação", do Ministério da Educação, o professor, paralelamente à família, é o principal responsável pela percepção de talentos específicos entre os seus alunos, por isso é importante que fique atento. Só assim poderá encaminhar o aluno com altas habilidades para a sala de recursos, de modo que as suas competências sejam desenvolvidas e aproveitadas. Porém, é imprescindível ressaltar que a criança pode apresentar uma alta habilidade específica - para música, por exemplo - e continuar sendo uma aluna de desenvolvimento típico nas outras disciplinas. Portanto, o seu aprendizado deve ser tratado normalmente, com o mesmo incentivo dado a todos os alunos.

5 - Aprovação exagerada ou indiferença: extremos a evitar
No caso das altas habilidades e da superdotação, notam-se dois riscos opostos a que a criança está sujeita: ou a aprovação exagerada, ou a indiferença por parte de pais e professores. De um lado, há os que elogiam demais, mostrando-se "maravilhados" e extremamente orgulhosos com o talento da criança; do outro, os que, depois de alguns ótimos resultados, já consideram o sucesso da criança esperado e até obrigatório. Essas atitudes extremas são perigosas e podem inibir a vontade da criança de aprender, ou até mesmo desanimá-la e afastá-la dos estudos. Lembrando: o desenvolvimento de cada aluno deve ser medido dele para consigo mesmo, e não em relação a outros. O aluno com altas habilidades também terá os seus desafios e, no melhor dos cenários, tentará se superar cada vez mais.

6 - Dupla excepcionalidade
É possível que a criança que apresente superdotação também tenha outra condição particular, como autismo, hiperatividade ou alguma deficiência, sem que uma coisa seja relacionada à outra. É importante não confundi-las, e apenas profissionais - psicólogo, psicopedagogo e/ou médico - podem fazer os diagnósticos e acompanhamentos corretos. No caso de dupla excepcionalidade, a inclusão escolar ganha novos contornos, e os pais devem envolver a escola na questão. Atenta a isso, a escola tem de fazer o possível para que a criança aprenda e se sinta incluída nas atividades e com os colegas.

7 - Escola bem preparada
"Assim como alunos com deficiências, o aluno com superdotação ou altas habilidades também está fora da média - não se trata de ‘aluno mediano’", expõe o psicólogo Felipe de Souza, doutorando da UFJS. É por isso que, para todos os casos de inclusão, a abertura da escola às diferenças é essencial. E, em se tratando de altas habilidades, coordenadores e professores são convidados a um desafio: informar-se e formar-se cada vez mais, para ficar ao menos um passo à frente do aluno. "Para trocar conhecimentos com os meus alunos, preciso também me manter extremamente informada sobre as suas áreas de interesse", confirma a professora Zuleide. Uma possível ajuda é manter dois professores na classe em que haja crianças com altas habilidades/superdotação, pois isso evita a sobrecarga sobre um só profissional.

8 - Sala de recursos
Para o aluno com altas habilidades, a sala de recursos é um instrumento essencial, seja ela dentro ou fora de sua escola regular. É nesse ambiente que ele terá a sua habilidade estimulada e desenvolvida, e onde dará vazão à grande curiosidade que o caracteriza como aluno. Ali, ele também não se sentirá obrigado a nada, pois não terá aulas, mas sim orientações. "Meu trabalho com o aluno parte daquilo que ele já traz, de um interesse que já tem", explica a professora Maria Zuleide, completando: "Na sala de recursos, desenvolvemos os seus talentos e descobrimos outros". Caso a escola de seu filho não disponha de uma sala de recursos, procure saber com a Secretaria de Educação de sua cidade para onde ele pode ser encaminhado - em geral, ele irá frequentar a sala de recursos uma vez por semana, no período do dia oposto ao que ele estiver na aula regular.

9 - Exemplo de trabalho
A professora de artes Maria Zuleide, que trabalha na sala de recursos de talentos da CEMEB, de Brasília, ilustra o trabalho desenvolvido com crianças com altas habilidades com o seguinte exemplo, em referência a um estudante do Ensino Fundamental I: "Um aluno que adore desenhar dinossauros, por exemplo. Não basta que ele os desenhe à perfeição. É importante incentivar o seu desenvolvimento, orientando-o a pesquisar sobre tudo relacionado a um dinossauro de sua preferência: entender o seu habitat, como vivia e até a sua extinção". Assim, o conhecimento é expandido e diversificado e, ao mesmo tempo, a curiosidade e capacidade de aprendizado do aluno são também satisfeitas.

10 - Acompanhamento psicológico
Na maioria dos casos em que a criança apresenta superdotação e altas habilidades, o acompanhamento psicológico pode ter um papel fundamental em sua vida. Com a ajuda de um profissional, ela compreenderá melhor o seu lugar no mundo, como pode desenvolver as suas habilidades e como lidar com as pessoas à sua volta. Muitas escolas oferecem esse apoio psicológico; caso não, os pais podem procurá-lo fora do ambiente escolar.

11 - Convivência com outras crianças
Ao contrário do mito de que "gênios" são difíceis, muitas crianças com superdotação e altas habilidades têm facilidade para lidar com os colegas e até uma tendência à liderança. Por outro lado, serem estigmatizadas como "geninhos" e/ou elas mesmas se sentirem acima dos amigos da escola são aspectos que podem dificultar a convivência, por isso o acompanhamento psicológico e uma atitude atenta por parte de pais e professores é imprescindível. É sempre bom ressaltar que a criança com uma determinada facilidade também tem as emoções e a inexperiência características de sua idade. "Às vezes até os pais se esquecem disso, mas a criança com altas habilidades também precisa desenvolver passo a passo o seu aspecto emocional, como qualquer outra pessoa", reforça a professora Maria Zuleide.